De acordo com a OMS, o leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebê necessita para ser saudável.
Além de anticorpos e glóbulos brancos; assim, o leite materno Protege o bebê de otites, alergias*, diarreias e outras doenças. Também protege a mãe de osteoporose, anemias (Fato! Eu tenho anemia crônica, e ela simplesmente SOME durante o AME), além de ajudar o útero a retomar seu tamanho normal, auxiliar no emagrecimento e ajudar na prevenção do câncer, em ambos.
É um cuidado especial com o bolso, sobretudo nas famílias de bebês com alergias alimentares cujas fórmulas especiais custam absurdamente caro!
A amamentação ajuda a estabelecer o vínculo da mãe com o bebê, deixando ambos mais seguros.
O aleitamento materno favorece o crescimento adequado das estruturas orofaciais preparando o bebê para a mastigação e a produção dos sons da fala.
O aleitamento materno deve ser exclusivo nos seis primeiros meses, ou seja: sem água, sucos, chás ou outros alimentos, sem chupetas e mamadeiras. E continuado até os 2 anos ou mais.
De acordo com o ministério da saúde,
Não há vantagens em se iniciar osalimentos complementares antes dos seis meses, podendo, inclusive, haver prejuízos à saúde dacriança, pois a introdução precoce de outros alimentos está associada a:•Maior número de episódios de diarreia;•Maior número de hospitalizações por doença respiratória;•Risco de desnutrição se os alimentos introduzidos forem nutricionalmente inferiores aoleite materno, como, por exemplo, quando os alimentos são muito diluídos;•Menor absorção de nutrientes importantes do leite materno, como o ferro e o zinco;•Menor eficácia da amamentação como método anticoncepcional;•Menor duração do aleitamento materno.

*Além de atuar na prevenção de alergias, crianças com alergias alimentares tendem a alcançar a cura mais rapidamente quando são amamentadas, a única condição para se manter o aleitamento materno neste caso, é que a nutriz faça a dieta restritiva dos alimentos aos quais o bebê reage.
Fontes:
MINISTÉRIO DA SAÚDE, caderno 23.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, unicef.